A fixação do carvão

No século XVI, a fixação ganha mais eficiência nos ateliês venezianos. No início, submergiam o desenho em uma bacia de água gomada e, para os desenhos maiores, se borrifava um vapor de água gomada sobre uma superfície também gomada, previamente preparada. Essas eram operações complicadas e delicadas, que só foram completamente substituídas no século XIX, com o procedimento da aspersão de resinas diluídas em solventes, como no caso dos fixadores atuais.

Nota: Degas tratava o pastel como pintura a óleo. Ele o fixava entre as camadas, colocando nas altas luzes uma quantidade maior de pigmentos. Segundo a lenda, seu amigo químico, Chialiva, desenvolveu uma solução que ficou em total segredo entre os dois.

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